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Blog do Fefeu | |||||||||||||||
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Mundo real e a ficção Hoje, ao chegar no jornal, li uma notícia (de capa, aliás) que me chamou a atenção. Com o título de 'Pai estupra a própria filha de 12 anos', a matéria relata que o sujeito abusava da filha quando a mãe não estava em casa. A menina pode estar grávida de 4 meses. Ela não menstrua desde março. A polícia, ao fazer o corpo de delito, constatou abusos anal e vaginal. Isso acontece desde que ela tinha 8 anos. Como se a força dos fatos já não fosse suficiente, o "pai" ainda disse que, se a polícia o soltasse, ele poderia trabalhar para pagar a pensão da criança (o próprio neto). Ou seja, o sujeito não está nem um pouco preocupado com os danos causados na vida social, física e psicológica da moça e tampouco com os graves problemas genéticos que esta criança terá. O aborto é proibido para menores de 16 anos no Brasil, mesmo em caso de estupro. Fiquei indignado. Como pode existir pessoas que chegam a este nível de mediocridade? O sujeito sequer cogitou a hipótese da filha precisar de um tratamento médico. Tratou de inflar os pulmões e dizer que, se necessário, ele paga. O dinheiro realmente compra tudo. Até um advogado que apelará à loucura do réu e conseguirá libertá-lo. Loucura, não. Falta de sanidade, talvez. Mas creio na ausência total de carater como principal motivo que o levou a cometer (várias vezes) esta barbárie contra a própria filha. Agora, a moça, de apenas 12 anos, terá de viver com a imagem constante de um monstro que, por infelicidade, é seu pai. O próprio pai, que a ameaçava de morte caso ela contasse a alguém sobre os abusos. Deve ser por isso que gosto de novelas. Por mais reais que sejam, elas nunca superarão a maldade e a crueldade da mente do ser humano. Se é que isso é uma atitude humana. Escrito por Fefeu às 09:43 [ ] [ envie esta mensagem ] E Celebridade acabou... E terminou a novela de Gilberto Braga que, na minha opinião, teve um dos melhores vilões dos últimos tempos: a cachorra Laura Prudente da Costa que, de quebra, também matou o empresário-mesquinho Lineu Vasconcelos. Adoro novela. Vejo algumas para analisar texto, interpretação e aplaudir grandes atores (e atrizes) como a Cláudia Abreu, por exemplo, que deixou 'no chinelo' qualquer ator que contracenasse com ela. Por isso, penso que o 'prêmio' de assassino do Lineu não poderia ter ido para alguém melhor do que a Laura/Cláudia Abreu que conseguiu a façanha de, mesmo interpretando uma vilã, fazer com que o público torcesse para um final feliz entre ela e o michê Marcos (Márcio Garcia). Mas, dando um stop nesta crítica sobre o último capítulo de Celebridade (que, aliás, teve audiência maior do que O Clone e Mulheres Apaixonadas)... vou escrever o que eu gostaria de ter visto no desfecho da trama: - Mesmo Laura tendo matado o Lineu, a vilã poderia escapar da casa de helicóptero, junto com o michê, com uma echarpe branca esvoaçante e, lá do alto, atirar uma bomba que acertasse em cheio a cabeça da Maria Clara, Fernando e da pequena Nina. (aliás, qual o nome dessa menina que quase estragou a cena final da novela, com seu choro compulsivo?) - O Renato mereceu ser algemado, só para ser humilhado. Mas gostaria de tê-lo visto na prisão, comendo um PF com arroz, feijão e ovo. Antes de ser preso, o jornalista bem que podia ter colocado em prática o plano de matar a Beatriz e o Inácio. (tá, eu acho o Bruno Gagliasso lindo, mas como era o último capítulo, não ia fazer a menor falta na história). - AdooOOOrei o final da Ana Paula e da Yolanda. Ótima idéia do autor. - A Darlene poderia ficar cheia de varizes e estrias de tanto lavar roupa suja dos bombomzinhos no tanque. Esse seria um castigo decente para a quenga-do-Andaraí que passou por cima de metade do elenco para conseguir a capa da revista Fama. Aliás, casar-se com o porre-do-Vladimir é um castigo razoável. Eita cara chato. Apareceu vestido de bombeiro no último capítulo inteiro (até no casamento do Cristiano e da Noemia). - Ahhh, cá pra nós. A Darlene não ia desistir de uma novela do Sílvio de Abreu só porque seus filhos estavam doentes. - Vamos forçar a barra! Bruno e Jacqueline quase não contracenaram a novela inteira. E olha que moravam no mesmo apart. Mas, para passar uma imagem de 'casal-interracial', o autor decidiu juntá-los, do nada, com a história furada de que ela acreditou que ele estava pobre. Não convenceu. De boa. A Jack deveria estar na TV, como tantas outras sem talento, e apresentando um programa de fofocas à tarde. Seria mais um castigo para a Darlene, que ia morrer de inveja. - O Henri Casteli e o Bruno Gagliasso poderiam virar gays e protagonizarem a primeira cena de sexo selvagem entre homens, na Globo. Ia ser um tesão vê-los. Aliás, o cara desistir da Maria Clara (enfim!) e encontra a Ana Paula Arósio na estrada é coisa de novela que tá terminando! - Pq novela SEMPRE, sempre! termina com dois casamentos? Um só não basta? - Aquele amigo da Yolanda (loirinho)... qual o papel dele na novela? Qual o objetivo do autor ao incluir o personagem na trama? Acho que sei o objetivo: agradar-a-mulher-do-diretor-que-é-irmã-do-cidadão. - Os argumentos para o assassinato do Lineu foram bem plausíveis. É fato que a Laura já tinha sido escolhida há algum tempo. Então, porque ninguém pensou nela? Pq nossa mente teima em NUNCA pensar o óbvio de uma situação? É isso! :) Tá. Eu sei que o post tá enorme, mas amo analisar novelas. Escrito por Fefeu às 09:20 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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